Marketing político: como escolher as redes sociais para a campanha

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As eleições estão se aproximando e com ela as campanhas eleitorais. E como estratégia para o seu Marketing Político, as redes sociais já estão nos projetos de muitos candidatos. Mas, será que você e outros candidatos estão preparados para enfrentar este desafio?

Saber usar as redes sociais neste processo é fundamental. O que proporcionará uma grande diferença nas urnas. Entretanto, se você é candidato à algum cargo nas próximas eleições, deve estar ciente de alguns pontos:

O que é permitido no Marketing Político

Antes de iniciar seu trabalho nas redes sociais, é importante checar as regras estabelecidas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Abaixo separamos algumas instruções determinadas pelo órgão:

É permitida a Propaganda eleitoral

É permitida a veiculação de propaganda nas redes sociais a partir de uma data determinada pelo TSE. Ou após as convenções partidárias, que é quando se definem os candidatos de fato. Em 2016 será a partir de 16 de agosto, de acordo com a resolução Nº 23.457/2015.

Não é permitido pedido de votos antes da data inicial

Contudo, os então pré-candidatos podem fazer menções ao cargo pretendido, expressar opiniões políticas e divulgar eventos.

Não é permitido usar plataformas de anúncios pagos

É proibido pagar para promover conteúdos em ferramentas como Facebook Ads, Google Adwords, Twitter Ads e outros.

É permitida a produção de conteúdo por apoiadores

Pessoas próximas e outros usuários podem gerar seu próprio conteúdo em apoio a uma candidatura. Inclusive pedir votos.

O Marketing Político nas redes sociais

O uso das redes sociais em uma campanha, só funciona se houver responsabilidade do candidato e sua equipe. Questionamentos nesse canal precisam ser respondidos, ou seja, é extremamente importante que haja interação entre as duas partes.

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É preciso ter em mente que se o eleitor questiona, ele exige uma resposta.

O silêncio por parte do candidato é um sinal de desrespeito.

O marketing político nas redes sociais possui dois posicionamentos:

Interação com o eleitor: É importante a troca de informações e opiniões entre candidato e eleitores. Além da construção colaborativa em tempo real através da participação dos eleitores.

Engajamento da audiência: O engajamento se reflete através da participação dos eleitores como repassadores das mensagens de campanha. A criação e consolidação capaz de multiplicar o público impactado pelas mensagens enviadas e defender as propostas de governo.

As melhores redes sociais para a sua campanha política

Ter um perfil nas redes sociais não é sinônimo de vitória. O que realmente elege um candidato é uma ação de marketing digital planejada e estritamente sincronizada com o marketing convencional.

Mas, como escolher as melhores redes sociais para o Marketing Político? Confira à seguir.

Marketing Político no Facebook

Com a grande capacidade de propagação da mensagem, focar no Facebook pode gerar bons frutos. Sem dúvida uma ótima estratégia para a construção de relacionamento com o eleitor. O Marketing Político no Facebook é muito mais do que postagens. É necessário produzir conteúdo de boa qualidade para conseguir uma boa repercussão de suas ideias.

Mas, é preciso tomar cuidado. A primeira coisa que se deve tomar cuidado é quanto à forma. Uma campanha de marketing político no Facebook deve assumir o formato de Página e nunca de perfil. A segunda é ter sempre bom conteúdo para compartilhar e provocar o engajamento dos fãs.

Marketing Político no YouTube

Quem não gosta de ver um bom vídeo? Muitas vezes aquela informação que não estaríamos dispostos a ler, em forma de vídeo se torna muito mais interessante. O marketing político no YouTube, dá a todos os candidatos a oportunidade de se colocarem no mesmo patamar de exposição.

Com vídeos de alta qualidade, o candidato pode expor suas ideias de forma clara, ampla e organizada. Um bom trabalho de otimização dos vídeos, garante que o canal se transforme em uma poderosa ferramenta de comunicação.

Marketing Político no Twitter

Para uma campanha no Twitter, deve-se antes de tudo ter uma estrutura. Os pontos-chave são: conteúdo relevante e pessoal capacitado na veiculação e monitoramento de resultados. O conteúdo não pode ser exclusivamente auto promocional, muito pelo contrário, ele deve ser informativo e acima de tudo participativo.

Marketing Político no Instagram

O Instagram é uma das redes sociais que mais crescem no mundo. Você pode usar o Instagram como um meio de compartilhar suas visitas durante a campanha. Além das imagens, também é legal você marcar o local em que cada foto foi tirada. Também é possível gerar bons debates no Instagram, estimulando os comentários dos eleitores. Vale lembrar que a gestão desse relacionamento deve ser feita de maneira estratégica.

Marketing Político no LinkedIn

Dificilmente teremos o marketing político no LinkedIn como principal estratégia de uma campanha. Até mesmo pelas próprias características dessa mídia. Mas, dependendo do perfil do candidato, pode se transformar em uma poderosa ferramenta de comunicação.

Diferentemente do Facebook e Twitter, no LinkedIn, o reconhecimento profissional, terá muito mais valor do que as próprias publicações. Por isso, se for usar esta estratégia, é bom começar cedo. A construção de uma marca pessoal no LinkedIn é um trabalho que requer tempo.

Não basta estar nas redes, mas sim estar e fazer a diferença!

É necessário:

• Entender que assim como a campanha off-line, a campanha digital também requer planejamento e investimento;

A participação do candidato nas redes sociais é fundamental. Mesmo que a comunicação seja feita por uma equipe, essa participação faz com que o eleitor sinta-se próximo. Essa ação é muito conhecida nas ruas, sendo até apelidada de corpo a corpo. No ambiente virtual não pode ser diferente;

• Interação é a palavra chave nas redes sociais. Seu eleitor ganhou voz, mas ninguém quer falar e não ser ouvido. Responda os questionamentos feitos, agradeça os apoios e não se omita nem esconda nada. Pois, queira ou não os internautas falarão de você.

• Não há necessidade de estar em todas as redes sociais. É preciso planejar e saber qual é a melhor rede local. Se o Facebook ou o Instagram são as mais usadas, explore-as;

• Foque no seu público alvo e saiba o que eles fazem e querem ouvir. Mas, lembre-se, a campanha off-line anda junto com campanha on-line. Não são campanhas distintas, mas iguais só que em plataformas diferentes;

• Use todo o material off-line para divulgar seus sites e redes sociais;

• O meio digital ainda não ganha eleição. Mas, seus eleitores estão nessa plataforma e eles têm voz ativa e cobram propostas visionárias e criativas;

• A oposição também está na rede e muitos já dominam essa ferramenta. É importante ter essa consciência tendo cautela em suas ações, mas acima de tudo seja transparente;

 Tempo é crucial! Antes uma mudança em campanhas políticas podia levar muito tempo para ocorrer e a internet potencializou a velocidade dessas alterações. A equipe é capaz de visualizar erros com rapidez e propor mudanças mais rápido ainda. Nesse sentido o monitoramento das atividades é essencial.

Não perca tempo!

O tempo nas interações é de suma importância. É inadmissível demorar muito para responder um questionamento. A mínima demora nas respostas pode passar por omissão. O leitor de web quer respostas imediatas. Sendo assim, você não pode perder tempo em sua campanha. Preparado?

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